VIII Encontro 2021

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  • 12 de novembro, das 10h30 (Fuso horário do México). Plenário de Encerramento

  • 12 de novembro, das 16h00 às 19h00 (Fuso horário do México). Os limites legais às iniciativas dos trabalhadores para sua autogestão econômica. Elizabet López Canelas (Territórios Coletivos em Resistencia, Bolívia); Antonio Mendoza (Universidade Autônoma Metropolitana de Iztapalapa, México); Juan Pablo Aruebe Fonseca (Cooperativa Jurídica, Federação das Cooperativas TRASOL, Chile); Alexandre Mandl (Fábricas Recuperadas em São Paulo, Brasil). Coordenadas: Daniel Sandoval (Universidade Autônoma Metropolitana de Cuaimalpa, ANEICI, México).

  • 12 de novembro, 11h00 às 14h00 (Fuso horário do México). Como as cooperativas ameaçadas resistem. Com Leobardo Vega Tellez (Cooperativa Cruz Azul, México); Gigi Malabarba (Rimaflow Fabrica Autogestita, Itália); Francisco Martínez (Cooperativa Textiles Pigüé, Argentina); Sege Le Quéau (La Coop Des Masques, França); Ma. Paula Hernández Ángeles (Cooperativa Habitacional de Palo Alto, México). Moderado por: Andres Ruggeri (Programa Faculdade Aberta, Argentina) e Víctor Manuel Valdez Romero (Comissão de Economia Social e Solidária da Cooperativa LF Del Centro, México)

  • 11 de novembro, 11h00 às 14h00 (Fuso horário da Cidade do México). Insegurança no trabalho e novas tecnologias. Yesenia Sánchez (MEASC, UAQ, México); Natalia Acosta e Andrea Ramírez (Universidade Nacional Arturo Jauretche, Argentina); Carolina Peláez (Estudos Trabalhistas, Universidade Autônoma Metropolitana, México); Débora Fernández (Contact Center – Teletrabalho Solidário ao Trabalhador, Espanha); Patrick Le Theron (Union Sindical Solidaires, França). Moderador: Carlos León (Universidade Autônoma de Querétaro, México).

  • 10 de novembro, 11h00 às 14h00 (Fuso horário da Cidade do México). Insegurança no trabalho. Crise nas perspectivas para os jovens e novas tecnologias. Wilmar Restrepo (Cooperatva de Trabajo Central en Movimiento, Argentina), Miguel Maximiliano (Bici Taxis Mosquitos, México); JaimeFernando González (Cooperativa Autônoma de Transporte, México); Fathi Bouarou (L’Apres M ’, Marselha, França); María José Sánchez (Venus Showroom, Aguascalientes, México). Moderador: Carlos Garcío (UAM-X, México).

  • 9 de novembro, 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Articulação de políticas públicas para o setor da economia social, popular e autogestionária. Experiências comparativas para a criação de empregos. Mauricio Sardá de Faría (INCUBES – Incbadora de Empreendedorismo Solidário, Brasi); Rocío Mejía Flores (Telecomm, México); Abelardo Cuellar (Secretário do Trabalho do Estado de Puebla); Francisco Saucedo (CIESS – Universidad Iberoamericana, México); José Abelli (Ministério de Desenvolvimento Produtivo, Argentina); Teresa Morales (Bolívia). Moderador: Ismael Osuna (Programa Tandas para el Bienestar, México)

  • 9 de novembro, 11h00 – 13h00 A participação de mulheres de diferentes processos e contextos que a nível organizacional e individual se encontram na construção de novos imaginários e paradigmas e na necessidade de adaptação das cooperativas. Grécia Lorena Valencia Arcos, María José Sánchez de Loera, Ingrid Aneth Gómez Ramírez, Jéssica Mariana Carrillo Macías, Carlos Andrés Barba Noriega e Alessandro Grassi (Universidade Autônoma de Aguascalientes, México); Serge Le Queau (Coop Des Masques, França) Coordenador: Blanca Estela Melgarito (Our American Legal Science Network).

  • 8 de novembro, das 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Respostas à insegurança no trabalho. Com Jaime Fernando González e Luis Castillo Farjat (pós-graduação em Ciências da Sustentabilidade, UNAM, México); Antonio Lozano (Solidaridad Obrera, Espanha); Alfonso Morales Pelunfinder e Miguel Burgos (União Mexicana de Mensageiros de Bicicleta pelo Aplicativo SIRAPPS, México); Oscar Bogao (Federação das Cooperativas Unidas, Confederação Nacional das Cooperativas de Trabalho – Santa Fé, Argentina); Cristian Miño (Confederação Nacional das Cooperativas de Trabalho – Santa Fé, Argentina). Coordenadas: Manolo Robles (Cooperativa de Trabajo La Masa, Rosario, Argentina)

  • 5 de novembro, 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Os recursos e ações necessárias na questão ambiental e na economia dos trabalhadores. Henrique Novaes (Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista, Brasil); Layza Soares (Universidade Federal Fluminense, Brasil); Isidro Téllez Ramírez (pós-graduação em geografia, UNAM, México); Favio Castro, Ivan Lucon (UNICAMP, Brasil); David Barkin (Departamento de Produção Econômica, UAM, México). Coordenadas: Yolanda García Beltrán (Mestre em Sociedades Sustentáveis, UAM, México).

  • 4 de novembro, das 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Eixo 3/6. Quadro 5. “Conceptualização e debates em torno da economia do trabalhador e da autogestão”. Andrés Ruggeri (Programa de Extensão Universitária Aberta, Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Buenos Aires, Argentina); Benoit Borrits (Association Pour L´Autogestion); Edgar Belmont (México); Derrick Naidoo (The Community Healing, África do Sul); Gabriel Gualhanone Nemirovsky (Núcleo de Epistemologias e Economia Política do Comum, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Brasil). Moderadora: Celia Pacheco (Estudos do Trabalho, Universidade Autônoma Metropolitana, México).

  • 3 de novembro, 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). A estratégia e táticas globais dos socialistas no contexto da sociedade capitalista global contemporânea. Com Radhika Desai (Grupo Manifesto e Universidade de Manitoba, Canadá); Cliff Durand (Centro para Justiça Global); Sergio Hernández (UNAM, México); Alexandr Buzgalin (Universidade Estadual de Moscou, Rússia). Moderador: Marco Augousto Gómez Solorzano (Estudos do Trabalho, Universidade Autônoma Metropolitana, México).

  • 30 de outubro, 11h às 13h (Fuso horário da Cidade do México). Vida no centro: Mulheres, Economia e Autonomia. Elizabeth García Hernández e Romelia Pérez Gómez (Red de Cooperativas del Sur, México); Tabita Valadez García (Mulheres em Luta de San Miguel de Topilejo, México); Silvia Páez Cortez (Rede de Grupos de Mulheres Rurais, Uruguai). Coordenadas: Claudia Hernández (Chile).

  • 29 de outubro, 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Eixo 6, Tabela 2. Empresas Recuperadas e Autogestão. 20 anos após a crise argentina de dezembro de 2001. Com José Abelli (ACTRA, Argentina); Ruiz de Huidobro (Federação de Cooperativas Autogerenciadas de Carnes e Correlatos, Argentina); Silvia Díaz (Cooperativa de Trabalho La Cacerola, FACTA); Fabián Pierucci (Cooperativa de Trabajo La Litoraleña, Argentina); Francisco Martínez (Cooperativa de Trabajo Textiles Pigüé, Argentina); Mónica Acosta (Cooperativa de Trabalho Renacer, Argentina). Coordenado por: Andrés Ruggeri (Faculdade Aberta do Programa de Extensão Universitária, Faculdade de Filosofia e Letras – Universidade de Buenos Aires, Argentina)

  • 28 de outubro, 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Eixo 5 Tabela 4. Resistência sindical e cooperativa em serviços essenciais. Cooperativas de energia e a reivindicação do público. Com Eréndira Velázquez (Sindicato Mexicano dos Eletricistas); Lala Peñaranda (Unions for Energy Democracy) «O papel do controle democrático e sindical na transição justa» EUA; Juan Carlos Escalante (Assembleia Nacional dos Usuários de Energia Elétrica) México; Gonzalo Castelgrande (Associação de Funcionários da UTE, Uruguai); Dominic Guerré (Railcoop, França); Derrick Naidoo (The Community Healing Network, África do Sul). Coordenadas: Edgar Belmont (Universidade Autônoma de Querétaro, México))

  • 27 de outubro, 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Estratégias de financiamento para projetos de Economia Popular, Social e Autogestionária. Com Carlos Aulet (Central Nacional de Trabalhadores do Uruguai -PIT-CNT-, Uruguai); Eva Verde (Programa de Mercados Solidários, Argentina); Elia E. López Mandujano (Tandas para el Bienestar, Ministério do Bem-Estar, México); Juan José Rojas Herrera (Coletivo de Cooperativas de la Nueva Central de Trabajadores, México); Francisco Martínez (Cooperativa de Trabajo Textiles Pigüé, Argentina). Moderado por: Coletivo de Cooperativas de la Nueva Central de Trabajadores, México.

 

  • 26 de outubro, 11h às 14h (Fuso horário da Cidade do México). Sinergia e alianças entre organizações sindicais e cooperativas. Com Carlos Aulet (Central Nacional de Trabalhadores do Uruguai -PIT-CNT-, Uruguai); Enrique Gómez (TRADOC, Nova Central Operária do México); Antonio Lozano (Solidaridad Obrera, Espanha); Christian Mahieux (Union Syndicale, Solidaires, França); Hugo Cabrera (Gráfica Campichuelo – Federação das Cooperativas Autogestionárias de Buenos Aires, Argentina). Moderador: Nara Cladera (Association Pour L ’Autogestion, França).

 

  • Sábado, 23 de outubro, 11:00 Assembleia Feminista (Fuso horário do México)

 

  • 22 de outubro, 11:00 h às 14:00 h Estratégias para fortalecer os laços universitários e a colaboração no desenvolvimento de projetos coletivos. Luz Elvia García Ramos (Centro Universitário de Ciências Econômicas Administrativas, Universidade de Guadalajara, México); Octavio Maza (PhD em Economia Social, Universidade Autônoma de Aguascalientes, México); José Miguel González Casanova (Heterotópico, Universidade de Nós Autônomos Móveis, México); Fernanda Santos Araujo (Núcleo Interdisciplinar o Desenvolvimento Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil). Coordenadas: Celia Pacheco.

  • 20 de outubro, das 11h às 14h. (Fuso horário do México). A contribuição da Universidade no fortalecimento da Economia Social, na consolidação de projetos de Autogestão e na autonomia e emancipação dos trabalhadores. Com Jesús Rivera Sánchez (Programa Interinstitucional de Doutorado em Economia Social Solidária, Universidad Autónoma Chapingo, México); Javier Antivero (Programa Docente Aberto, Universidade de Buenos Aires, Argentina); Marco Augusto Gómez Solórzano (Área de Estudos do Trabalho UAM-X, México); Manuel Ramírez Casillas (Centro Internacional de Pesquisa em Economia Solidária, Universidad Iberoamericana, México). Coordenadas: Blanca Estela Mergarito.

 

  • 19 de outubro, das 11h às 14h. A crise do capitalismo global antes e durante a pandemia. Perspectivas econômicas, políticas e trabalhistas dos trabalhadores. Humberto Montes de Oca (Sindicato dos Eletricistas do México); Julio Gambina (Diretor do Instituto de Estudos e Formação da Central de Trabajadores de Argentina); Florencia Partenio (Universidade Nacional Arturo Jauretche, Argentina); Gonzalo Fernández (OMAL, País Basco); Tom Kucharz (Ecologistas em Ação, Estado Espanhol). Moderador: Edgar Belmont (Universidade Autônoma de Querétaro, México).

 

 

 

  • 18 de outubro, das 11h às 14h. Diálogo de conhecimentos sobre saúde. Interdisciplinaridade e interculturalidade: apostas pela saúde e emancipação dos trabalhadores. Carlos Cruz Guerrero (Cooperativa de Trabajo Luz e Fuerza Del Centro, México); Federico Bejarano e Alberto Vázquez (Cooperativa La Huella, Argentina); Josefina Chávez Guerrero e Joaquín Ventura Sique (Universidade Indígena Intercultural de Michoacán, México); Julio César Neffa (Universidade de Buenos Aires, Argentina); Tabita Valadez García e Josefina Serrano Crespo (Centro de Serviços Comunitários «Mujeres en Lucha» de San Miguel de Topilejo, México). Moderado por: Margarita Pulido, Noemí Luján e Juan Víctor Faccio (UAM-X, México).

 

 

  • 15 de outubro, das 11h às 14h. Eixo 5 / Tabela 3. Comércio Justo e Redes Solidárias. O que se propõe como um novo modelo de consumo sustentável após a COVID no quadro da Economia Social e Solidária. Com Eduardo Amorín (Cooperativa de Consumo CONSOL, Argentina), Martina Lo Cascio (Fuori Mercato Autogestione in Movimento, Itália), Marco Turra (Associação RACU, Itália), Emma María Villanueva (Rede Consulo Coldario del Ecomún, México), Gabriela Arroyo Morales ( Multitrueke Mixiuhca, México). Moderador: Víctor Manuel Valdez Romero (Cooperativa LF Del Centro, México).

  • 14 de outubro, 11:00 – 14:00. Eixo 1. Tabela 2. A estratégia global e táticas dos socialistas no contexto da sociedade capitalista global contemporânea. Marco Gómez (UAM-X, México): «Algumas hipóteses sobre a estratégia e a tática dos socialistas no sistema capitalista global contemporâneo»; Betsy Bowman (Center for Global Justice, México): «Imperialismo global, a dominação econômica e militar dos Estados Unidos e a defesa do dólar americano como moeda mundial»; Bob Stone (Center for Global Justice, México): «A era do omnicídio vs. A noção de Sartre de uma comunidade integral ”; Andrés Ruggeri (Programa Faculdade Aberta, Argentina): «Novos modos de acumulação de capital na exploração do trabalho; Enrique Dávalos (México): «A perspectiva zapatista na luta pela emancipação».

 

  • 13 de outubro, 11:00 – 14:00. Eixo 9. Conversa sobre Lutas, Resistências e Construção de Alternativas para os Trabalhadores Migrantes (Segunda parte). RICARDO ORTEGA membro da Legacy of Equality, Leadership and Organizing (LELO), Comunidades de Cor em face da Covid-19 nos Estados Unidos. (Seattle, Washington, Estados Unidos); Estudante de pós-graduação FOTIS MESSADOS, Estereótipos na imprensa grega em torno dos migrantes (Grécia); AMARELA VARELA HUERTA Professora Pesquisadora, Academia de Comunicação e Cultura da UACMl. Lutas de migrantes e epidemiologia popular na época de Covid 19 (México); OCTAVIO ROSAS LANDA Professor Pesquisador da Faculdade de Economia da UNAM. A crise climática capitalista e seus efeitos migratórios (México); LUCY RODRÍGUEZ advogada de imigração, membro do National Lawyers Guild International Committee e Labour Committee for Employment. Impacto da pandemia Covid-19 nos direitos dos imigrantes e nas políticas de imigração nos EUA (Califórnia, Estados Unidos).

 

  • 7 de outubro, das 11h às 14h. Eixo 3/6 Tabela 1
    «Ontem sindicalistas, hoje cooperados. Os desafios da convergência sindical e cooperativista ”. Juan Manuel Soto, Comissão de Educação, Cooperativa de Trabalhadores Pascual (México), Jesús Torres Nuño, Western Democratic Workers TRADOC (México), VioMe (Grécia), Flasko (Brasil)
    Coordenado por: Carlos Aulet Pit-CNTAlfredo Desiderio Rojas Lara, Presidente da Cooperativa SME Luz y Fuerza del Centro

  • 6 de outubro, 11:00 Conversa sobre lutas, resistência e construção de alternativas para trabalhadores migrantes. Discussão com a participação de David Bacon (fotojornalista, Berkeley, Califórnia)) Tomás Segarra (Universidade Jaume I, Castellón, Espanha), Gil Félix (Universidade Federal da Integração Latino-Americana,) Foz de Iguaçu, Brasil), Adriana Martínez, Nashelly Ocampo e Ana Alicia Peña (pesquisadora da Faculdade de Economia da UNAM, México).

  • Visita ao Centro de Serviços Comunitários da Mulheres em Luta (San Miguel de Topilejo, México)

 



8º Encontro Internacional «A Economia dos  Trabalhadores»

Chamar

Cidade do México, 30 de agosto a 31 de outubro de 2021

 

 

Contextualização

Desde 2007, o Encontro Internacional «A Economia dos Trabalhadores» é realizado a cada dois anos, articulando um espaço de debate entre trabalhadores, ativistas sociais e políticos, intelectuais e acadêmicos sobre os problemas e potencialidades do que chamamos de «economia dos trabalhadores», baseada na autogestão e na defesa dos direitos e interesses da população que vive de seu trabalho, no âmbito das condições atuais do capitalismo globalizado e aprofundada pela crise derivada da pandemia que estamos vivendo.

 

No 7º Encontro Internacional sobre a Economia dos Trabalhadores no Brasil em 2019, o Coletivo de Cooperativas da Nova Central dos Trabalhadores, em conjunto com a Área de Estudos do Trabalho da Universidade Autônoma Metropolitana –  Xochimilco (UAM-X) e a Rede Economia dos Trabalhadores no México, tomou a iniciativa de organizar o 8º Encontro Internacional. Essa colaboração vem sendo mantida desde 2011, quando foi realizado na Cidade do México. O México também sediou em 2014, 2016 e 2018 os Encontros da Região Norte-Americana, Central e do Caribe. Em 2021, o Encontro Internacional A Economia dos Trabalhadores comemora 14 anos, e 10 desde a primeira vez que o México sediou o Encontro, como pode ser visto no site oficial do Encontro:

 

economiatrabajadorxs.com.ar

 

O Encontro Internacional A Economia dos Trabalhadores é um espaço político e analítico, onde são debatidos tratadas as experiências coletivas que convergem na defesa dos bens comuns e são discutidos os processos de construção de alternativas à hegemonia da sociedade de mercado. O marco comum é a economia social e solidária, a demanda por autonomia e a emancipação dos trabalhadores, críticas à hegemonia da violência econômica e estadual que se exerce para garantir a reprodução do capital.

 

A realização do 8º Encontro Internacional no México torna-se relevante para o movimento social em construção em torno da economia social e popular, as expectativas nesse setor criado em torno da mudança política em 2018 (chamada quarta transformação) vêm desaparecendo quando vemos a falta de vontade de se constituir um novo marco legal adequado a este setor social da economia. Hoje enfrentamos a redução do orçamento para o desenvolvimento de projetos produtivos no âmbito do cooperativismo, e quando prevalece uma lógica presidencialista, a demanda por autonomia, solidariedade e emancipação dos coletivos dos trabalhadores é atacada.

 

A partir do Coletivo de Cooperativas da Nova Central dos Trabalhadores temos sido críticos sobre a atuação do Estado, mas também proativos na promoção de um marco legal que fortaleça a economia social, na concepção de políticas públicas condizentes com a crítica à lógica do mercado, e na promoção de ações de solidariedade entre os trabalhadores em processos emancipatórios.

 

Em setembro de 2020 realizamos o Encontro Nacional de Organizações Populares com o objetivo de construir uma plataforma comum de luta e estabelecer mecanismos permanentes de coordenação, contribuindo para processos mais amplos de unidade entre a classe trabalhadora. Em abril de 2021 realizamos o Parlamento Aberto dos trabalhadores convocado por diversas organizações (sindicais, sociais, cooperativas) com o objetivo de apresentar propostas legislativas que surgiram do movimento social.  Portanto, pretende-se que o 8º Encontro A Economia dos Trabalhadores não nos encaminhe apenas para a análise e o conhecimento de nossa realidade social e trabalhista ou para um relato de nossas experiências. Propomos que contribua para a articulação entre os espaços de reflexão e nossos problemas como trabalhadores para transformar nossas condições de vida e ser protagonistas na construção de nossas propostas políticas, sociais, trabalhistas e culturais.

 

A realização do 8º Encontro Internacional da Economia dos Trabalhadores no México faz parte dessa via política. Permitirá a expansão da solidariedade em nível nacional e internacional, também para sustentar nosso movimento social em oposição à violência exercida pelo Estado e pelo capital, limitando a construção de alternativas e opções contra as regras ditadas pelo mercado de trabalho.

 

Para este Encontro preservamos o caráter crítico do evento. O edital será dirigido àqueles que se interessam em divulgar o contexto político e econômico em que ocorre a luta dos trabalhadores, o processo organizacional e a construção de alternativas político-produtivas, as experiências coletivas de resistência e luta em oposição à lógica extrativista que vem sendo instalada em nossos territórios, a reivindicação do comum diante da sociedade de mercado e da empresa neoliberal. Este Encuentro contribuirá para fortalecer as plataformas políticas que nos articulam em torno da economia social para transcender o capitalismo.

 

É importante ressaltar que os Encontros buscam discutir a economia do trabalho e da autogestão como alternativa ao capitalismo atual, para rediscutir essas questões não apenas na teoria, mas também a prática de experiências existentes. Procure também formar uma rede ativa e não apenas uma reunião de debate.

 

Perspectiva global

Estamos enfrentando a pior crise capitalista da história, um processo que se manifestou com a crise econômica de 2007-2008, que nunca foi superada e que a pandemia de saúde da Covid19  aprofundou e se estendeu, gerando muito desemprego, fechamentos de empresas, perda de salários e conquistas contratuais e maior precariedade para milhões em todo o planeta, ao mesmo tempo em que se destaca a tragédia causada nos sistemas públicos de saúde, graças ao processo de privatização promovido pelas diretrizes do Fundo Monetário Internacional, da OCDE e dos governos dos países capitalistas mais poderosos, o G7.

 

É essa tremenda crise que explica por que um novo processo de lutas sociais começou, que, em meio à pandemia, provocaram enormes mobilizações, como a registrada nos Estados Unidos, contra a violência racial da polícia, que assassinou George Floyd em Minneapolis, causando um movimento que deve ter envolvido mais de 20 milhões de pessoas de todos os setores, raças, destacando jovens e mulheres, que já haviam realizado protestos contra o então presidente Donald Trump, que reuniu mais de dois milhões de mulheres. De fato, a luta feminista contra a violência se tornou viral no final de 2020, uma marca indelével para se sustentar.

 

Em suma, desde 2019, houve protestos em massa na América Latina, que foram temperados pela pandemia, mas a urgência os reativa. No Chile, por exemplo, o presidente Piñera estava prestes a cair, ele teve que convocar uma Assembleia Constituinte para pôr fim ao legado nefasto de Pinochet.

 

Houve também protestos na Nicarágua, reprimidos por uma terrível repressão do governo de Daniel Ortega. No Peru, vários líderes caíram devido à corrupção, em meio a uma crise institucional que acaba de culminar em eleições sem precedentes, que refletem uma profunda polarização social.  Equador e República Dominicana têm sido palco de mobilizações sociais, atingindo o ponto mais crítico da Colômbia, enquanto no Haiti a crise se expressa no assassinato de seu presidente. Enquanto isso, a região da América Central está economicamente fraca, e a única alternativa é a migração.

 

Outro grande conflito social é o do povo palestino, que mais uma vez sofreu o ataque do governo sionista de Netanyahu, que ordenou o bombardeio indiscriminado da população, preparando um ataque terrestre, para continuar ocupando territórios dos já despossuídos, que foi interrompido por protestos internacionais.

 

É por isso que podemos concluir, após este breve resumo, que o 8º Encontro Internacional deve levar em conta esses processos convulsivos, para localizar a dinâmica e as alternativas, diante de uma clara crise global do capitalismo em meio a uma pandemia de saúde.

 

Objetivos

Nesse contexto, os objetivos do 8º Encontro «A Economia das e dos Trabalhadores» são: analisar como resistir a partir de uma economia própria para os trabalhadores, e como as lutas pela construção da gestão econômica e o domínio político dos trabalhadores podem ser fortalecidos, levando em conta as formas concretas de suas práticas de autogestão, como uma crítica alternativa ao sistema capitalista mundial.

 

Eixos de Discussão

1.- A crise do capitalismo global antes e durante a pandemia. Perspectivas econômicas, políticas e de emprego para os trabalhadores.

 

2.- As formas emergentes de luta econômica e política dos trabalhadores da cidade e do campo. Recursos, ferramentas, formas e ações estratégicas baseadas em ações coletivas como autogestão, cooperativismo, empresas recuperadas, resgate das práticas comunitárias dos povos nativos, organizações de bairro, inovações socioculturais, reformulação de estratégias econômicas, redes de solidariedade local, nacional e global.

 

3.- Contribuições da trabalho autogestionário no desenvolvimento coletivo para combater desigualdades e discriminação baseadas em sexo, raça/etnia, orientação sexual, identidade de gênero, pobreza e outras condições sujeitas ao racismo, heterossexismo e homofobia, entre outras.

 

  1. A distribuição e o consumo do ponto de vista da economia social e popular, bem-estar e sustentabilidade (ecológico, tecnológico e econômico) da vida: redes de consumo solidário, práticas de marketing dentro e para cooperativas, reivindicação do comum e do público do acesso a bens e serviços básicos.

 

5.- Os desafios do sindicalismo, do cooperativismo e de outras formas de organização dos trabalhadores assalariados e não assalariados, no capitalismo neoliberal global.

 

6.- A precariedade do trabalho, a incerteza do emprego, o desemprego antes e depois da pandemia covid19: terceirização, teletrabalho, informalidade, superexploração, crise nas perspectivas para os jovens, aposentadorias.

 

7.- A participação dos trabalhadores para a criação de políticas públicas que fortaleçam a economia social e popular e o cooperativismo: consultas, fóruns e outras experiências nacionais e internacionais.

 

8.- A dimensão emancipatória da saúde (mais do que ausência de doença). Os caminhos que ligam a luta pelo trabalho decente com a luta pela saúde dos trabalhadores e as repercussões do trabalho sobre os corpos: estresse, doença, acidentes, autogestão da saúde, desenvolvimento humano, nutrição, repouso, ergonomia, segurança e higiene, etc. Saúde pública, saúde comunitária, promoção da saúde e assistência social, acesso a serviços médicos, pensões e aposentadoria.

 

9.- A economia dos trabalhadores no contexto da migração nacional e internacional. O impacto dos migrantes no campo, no trabalho assistencial e em outros trabalhos essenciais e suas condições de superexploração em locais de chegada durante a pandemia.  Como os migrantes resistem: formas de auto-organização e solidariedade local e global, contribuições e propostas para construir redes, acompanhamento, vínculos, horizontes e eixos comuns de luta.

 

10.- Educação popular e construção de práticas pedagógicas para a sustentabilidade da economia alternativa: experiências de formação política de trabalhadores, função social das universidades, coprodução do conhecimento e transferência de conhecimento.  Estudos sobre economia dos trabalhadores.

 

Como participar:

Como tem sido tradicional, as Reuniões começam com um conjunto de atividades anteriores, que nesta ocasião são inseridas num calendário de acordo com as iniciativas das partes interessadas, e  culminarão na última semana de outubro, com eventos especiais, para os quais, oportunamente, uma chamada específica envolvendo o comitê organizador internacional deve ser ativada.

 

Por enquanto, a Pandemia nos obriga a adotar o formato virtual, que pode ser usado para se abrir às iniciativas dos participantes internacionais da rede na concepção das atividades. Trata-se da construção de um Folder do 8º Encontro que possa ser amplamente divulgado, por isso convocamos as organizações, cooperativas e outras instâncias e interessados que participam da Rede Internacional A Economia dos Trabalhadores, para apresentar as iniciativas e atividades que estão organizando.

 

Ficou acordado que o Encontro terá uma sede física na Cidade do México, para aqueles que, devido ao formato da atividade, necessitam de suporte técnico ou condições específicas, ou para aqueles que, por algum motivo, precisam de um lugar, possam comparecer pessoalmente, desde que as condições de saúde a permitam, e seguindo os protocolos estabelecidos. Essa possibilidade híbrida será opcional e voluntária.

 

As propostas de atividades podem ser:

 

  • Conversas, buscando uma participação plural com trabalhadores, acadêmicos, membros de organizações, funcionários… local e internacional, se aplicável.
  • Mesas redondas e mesas especiais, com a perspectiva dos especialistas internacionais da rede A Economia dos Trabalhadores, que vem refletindo nossa agenda desde a autogestão econômica, entendendo a necessidade de unidade internacional dos trabalhadores, e também de acordo com problemas expressos que são considerados relevantes e estratégicos.
  • Visitas virtuais a cooperativas, empresas recuperadas e espaços auto-geridos organizados por quem participa do Encontro, eestarão abertos a experiências internacionais.
  • Seminários, metodologias e avanços em: Panorama das empresas recuperadas no mundo. Estudos e outros projetos de pesquisa e temas relacionados à agenda da Economia dos Trabalhadores.
  • Oficinas
  • Apresentação de livros e revistas
  • Documentários, filmes, arquivos fotográficos, shows e outras atividades recreativas relacionadas à agenda do encontro.

É importante considerar que, por se tratar de um Encontro Internacional, as atividades podem ocorrer no horário das 11h às 14h Horário do México (13h às 16h no horário do Brasil), e preferencialmente ter uma duração máxima de 3 horas, considerando os fusos horários da América do Sul, África do Sul e Europa, bem como na América do Norte, uma vez que aspiramos ter um grande público.

Podem ser propostos painéis de até 5 participantes, incluindo o moderador, com temas específicos, a partir dos eixos de trabalho, e é aconselhável considerar um espaço de diálogo com o público. As atividades podem ser depoimentos e, no caso daqueles que contêm elementos de reflexão e análise, utilizam uma linguagem acessível.

Os/as organizadorxs das atividades propostas com palestrantes definidxs estarão abertos a sugestões (em termos de moderadores, palestrantes, títulos,  datas) que possam dar aos grupos e instâncias envolvidos na organização do 8º Encontro para o seu melhor desenvolvimento; trata-se de combinar expositores nacionais e internacionais, trabalhadores manuais e intelectuais, mulheres e homens, de acordo com o caso. A coordenação do Encontro anunciará o calendário de atividades.

Datas importantes:

Serão recebidas propostas de atividades para organizar o calendário de atividades de 15 de julho a 31 de agosto de 2021. As atividades podem ser realizadas entre setembro e outubro, preenchendo o formato disponível em:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfN1BRGd4EIHSCdPpX1g2GIHN1JIjUu_Uhk6U_uUNyEnMuNeA/viewform?usp=sf_link

 

Contato:

8economiadelostrabajadores@gmail.com

 

Entidades organizadoras

Colectivo de Cooperativas de La Nueva Central de Trabajadores (México), Sindicato Mexicano de Electricistas, Centro Para la Justicia Global; Academia de Economía Política (Facultad de Economía, UNAM), Facultad de Ciencias Políticas y Sociales y  el Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinarias (UNAM), Área Administración y Gestión Socio-Económica de las Organizaciones, Área Macroeconomía Dinámica y Cambio Estructural y Maestría en Ciencias para la Salud de los Trabajadores (UAMX); Centro de Reflexión y Acción Laboral, A..C.; Centro de investigación y Estudios Superiores en Antropología Social;, Cuerpo Académico: Estudios interdisciplinarios sobre modos de vida, capitalismo y medio ambiente (Universidad Autónoma de Querétaro); Centro Cooperativo Artesanal La Brújula Metropolitana; Asociación Nuestramericana de Estudios Interdisciplinarios de Crítica Jurídica, A.C.; Red de Investigadores y Educadores en Cooperativismo (Redcoop); Centro de Servicios Comunitarios “Mujeres en Lucha” de San Miguel Topilejo,  Colectivo Cultural Catarsis, del Estado de Hidalgo, Colectiva Añil, Red de Cooperativas del Sur (RECOSUR); Alianza Cooperativista Nacional, A.C. (ALCONA).

 

 

Entidades organizadoras internacionais

Área Estudios del Trabajo, Universidad Autónoma Metropolitana Unidad Xochimilco, México; Centre for Learning Social Economy & Work, University of Toronto, Canadá; Programa Facultad Abierta, Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires, Carrera de Relaciones del Trabajo de la Universidad Nacional Arturo Jauretche, Argentina; Asociación para la Autogestión, Francia; Confederación Sindical Solidaridad Obrera, España; Centro de Formación y Documentación sobre Procesos Autogestionarios CFDPA (conformado por la Central sindical PITCNT, Asociación Nacional de Empresas Recuperadas por sus Trabajadores ANERT, Federación Uruguaya de Cooperativas de Vivienda por Ayuda Mutua FUCVAM, Coordinadora de Economía Solidaria CES y la Red temática de Economía Social y Solidaria UDELAR);  Confederación Nacional de Cooperativas de Trabajo de Santa Fé, Argentina; Cooperativa de Trabajo Textiles Pigüé (Argentina); Cooperativa de Trabajo y Consumo Inimbó (Argentina); Facultad de Ciencias Sociales-Universidad de la Republica (Uruguay); Desde Abajo (Colombia); RiMaFlow (Italia); Union Syndicale Solidaires (Francia); Soltec(Brasil); GPERT (Brasil); «Fuorimercato, autogestione in movimento» (Italia); Pueblo a Pueblo (Chile); Corporación Creare Social (Colombia).

 

 

 

Programación horaria

30 de agosto

11:00 - 14:00
Abertura

9 de setembro

11 - 13:30
Visita ao Centro de Serviços Comunitários da Mulheres em Luta (San Miguel de Topilejo, México)

6 de outubro

11 - 14
Lutas, resistência e construção de alternativas para trabalhadores migrantes
Discussão com a participação de David Bacon (fotojornalista, Berkeley, Califórnia)) Tomás Segarra (Universidade Jaume I, Castellón, Espanha), Gil Félix (Universidade Federal da Integração Latino-Americana,) Foz de Iguaçu, Brasil), Adriana Martínez, Nashelly Ocampo e Ana Alicia Peña (pesquisadora da Faculdade de Economia da UNAM, México).

7 de outubro

11:00 - 14:00
Eixo 3/6 Tabela 1. «Ontem sindicalistas, hoje cooperados. Os desafios da convergência sindical e cooperativista ”.
Juan Manuel Soto, Comissão de Educação, Cooperativa de Trabalhadores Pascual (México), Jesús Torres Nuño, Western Democratic Workers TRADOC (México), VioMe (Grécia), Flasko (Brasil) Coordenado por: Carlos Aulet Pit-CNTAlfredo Desiderio Rojas Lara, Presidente da Cooperativa SME Luz y Fuerza del Centro

13 de outubro

11:00 - 14:00
Eixo 9. Conversa sobre Lutas, Resistências e Construção de Alternativas para os Trabalhadores Migrantes (Segunda parte).
RICARDO ORTEGA membro da Legacy of Equality, Leadership and Organizing (LELO), Comunidades de Cor em face da Covid-19 nos Estados Unidos. (Seattle, Washington, Estados Unidos); Estudante de pós-graduação FOTIS MESSADOS, Estereótipos na imprensa grega em torno dos migrantes (Grécia); AMARELA VARELA HUERTA Professora Pesquisadora, Academia de Comunicação e Cultura da UACMl. Lutas de migrantes e epidemiologia popular na época de Covid 19 (México); OCTAVIO ROSAS LANDA Professor Pesquisador da Faculdade de Economia da UNAM. A crise climática capitalista e seus efeitos migratórios (México); LUCY RODRÍGUEZ advogada de imigração, membro do National Lawyers Guild International Committee e Labour Committee for Employment. Impacto da pandemia Covid-19 nos direitos dos imigrantes e nas políticas de imigração nos EUA (Califórnia, Estados Unidos).

14 de outubro

11:00 - 14:00
Eixo 1. Tabela 2. A estratégia global e táticas dos socialistas no contexto da sociedade capitalista global contemporânea.
Marco Gómez (UAM-X, México): «Algumas hipóteses sobre a estratégia e a tática dos socialistas no sistema capitalista global contemporâneo»; Betsy Bowman (Center for Global Justice, México): "Imperialismo global, a dominação econômica e militar dos Estados Unidos e a defesa do dólar americano como moeda mundial"; Bob Stone (Center for Global Justice, México): «A era do omnicídio vs. A noção de Sartre de uma comunidade integral ”; Andrés Ruggeri (Programa Faculdade Aberta, Argentina): «Novos modos de acumulação de capital na exploração do trabalho; Enrique Dávalos (México): «A perspectiva zapatista na luta pela emancipação».

15 de outubro

11:00 - 14:00
Eixo 5 / Tabela 3. Comércio Justo e Redes Solidárias. O que se propõe como um novo modelo de consumo sustentável após a COVID no quadro da Economia Social e Solidária.
Com Eduardo Amorín (Cooperativa de Consumo CONSOL, Argentina), Martina Lo Cascio (Fuori Mercato Autogestione in Movimento, Itália), Marco Turra (Associação RACU, Itália), Emma María Villanueva (Rede Consulo Coldario del Ecomún, México), Gabriela Arroyo Morales ( Multitrueke Mixiuhca, México). Moderador: Víctor Manuel Valdez Romero (Cooperativa LF Del Centro, México).

18 de outubro

11:00 - 14:00
Diálogo de conhecimentos sobre saúde. Interdisciplinaridade e interculturalidade: apostas pela saúde e emancipação dos trabalhadores.
Carlos Cruz Guerrero (Cooperativa de Trabajo Luz e Fuerza Del Centro, México); Federico Bejarano e Alberto Vázquez (Cooperativa La Huella, Argentina); Josefina Chávez Guerrero e Joaquín Ventura Sique (Universidade Indígena Intercultural de Michoacán, México); Julio César Neffa (Universidade de Buenos Aires, Argentina); Tabita Valadez García e Josefina Serrano Crespo (Centro de Serviços Comunitários "Mujeres en Lucha" de San Miguel de Topilejo, México). Moderado por: Margarita Pulido, Noemí Luján e Juan Víctor Faccio (UAM-X, México).

19 de outubro

11:00 - 14:00
A crise do capitalismo global antes e durante a pandemia. Perspectivas econômicas, políticas e trabalhistas dos trabalhadores.
Humberto Montes de Oca (Sindicato dos Eletricistas do México); Julio Gambina (Diretor do Instituto de Estudos e Formação da Central de Trabajadores de Argentina); Florencia Partenio (Universidade Nacional Arturo Jauretche, Argentina); Gonzalo Fernández (OMAL, País Basco); Tom Kucharz (Ecologistas em Ação, Estado Espanhol). Moderador: Edgar Belmont (Universidade Autônoma de Querétaro, México).

22 de outubro

11:00 - 14:00
Estratégias para fortalecer os laços universitários e a colaboração no desenvolvimento de projetos coletivos.
Luz Elvia García Ramos (Centro Universitário de Ciências Econômicas Administrativas, Universidade de Guadalajara, México); Octavio Maza (PhD em Economia Social, Universidade Autônoma de Aguascalientes, México); José Miguel González Casanova (Heterotópico, Universidade de Nós Autônomos Móveis, México); Fernanda Santos Araujo (Núcleo Interdisciplinar o Desenvolvimento Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil). Coordenadas: Celia Pacheco.

23 de outubro

11:00 - 14:00
Assembleia Feminista

26 de outubro

11:00 - 14:00
Sinergia e alianças entre organizações sindicais e cooperativas.
Com Carlos Aulet (Central Nacional de Trabalhadores do Uruguai -PIT-CNT-, Uruguai); Enrique Gómez (TRADOC, Nova Central Operária do México); Antonio Lozano (Solidaridad Obrera, Espanha); Christian Mahieux (Union Syndicale, Solidaires, França); Hugo Cabrera (Gráfica Campichuelo - Federação das Cooperativas Autogestionárias de Buenos Aires, Argentina). Moderador: Nara Cladera (Association Pour L ’Autogestion, França).

27 de outubro

11:00 - 14:00
Estratégias de financiamento para projetos de Economia Popular, Social e Autogestionária.
Com Carlos Aulet (Central Nacional de Trabalhadores do Uruguai -PIT-CNT-, Uruguai); Eva Verde (Programa de Mercados Solidários, Argentina); Elia E. López Mandujano (Tandas para el Bienestar, Ministério do Bem-Estar, México); Juan José Rojas Herrera (Coletivo de Cooperativas de la Nueva Central de Trabajadores, México); Francisco Martínez (Cooperativa de Trabajo Textiles Pigüé, Argentina). Moderado por: Coletivo de Cooperativas de la Nueva Central de Trabajadores, México.

28 de outubro

11:00 - 14:00
Eixo 5 Tabela 4. Resistência sindical e cooperativa em serviços essenciais. Cooperativas de energia e a reivindicação do público.
Com Eréndira Velázquez (Sindicato Mexicano dos Eletricistas); Lala Peñaranda (Unions for Energy Democracy) "O papel do controle democrático e sindical na transição justa" EUA; Juan Carlos Escalante (Assembleia Nacional dos Usuários de Energia Elétrica) México; Gonzalo Castelgrande (Associação de Funcionários da UTE, Uruguai); Dominic Guerré (Railcoop, França); Derrick Naidoo (The Community Healing Network, África do Sul). Coordenadas: Edgar Belmont (Universidade Autônoma de Querétaro, México)

29 de outubro

11:00 - 14:00
Eixo 6, Tabela 2. Empresas Recuperadas e Autogestão. 20 anos após a crise argentina de dezembro de 2001.
Com José Abelli (ACTRA, Argentina); Ruiz de Huidobro (Federação de Cooperativas Autogerenciadas de Carnes e Correlatos, Argentina); Silvia Díaz (Cooperativa de Trabalho La Cacerola, FACTA); Fabián Pierucci (Cooperativa de Trabajo La Litoraleña, Argentina); Francisco Martínez (Cooperativa de Trabajo Textiles Pigüé, Argentina); Mónica Acosta (Cooperativa de Trabalho Renacer, Argentina). Coordenado por: Andrés Ruggeri (Faculdade Aberta do Programa de Extensão Universitária, Faculdade de Filosofia e Letras - Universidade de Buenos Aires, Argentina)

30 de outubro,

11:00 - 13:00
Vida no centro: Mulheres, Economia e Autonomia.
Elizabeth García Hernández e Romelia Pérez Gómez (Red de Cooperativas del Sur, México); Tabita Valadez García (Mulheres em Luta de San Miguel de Topilejo, México); Silvia Páez Cortez (Rede de Grupos de Mulheres Rurais, Uruguai). Coordenadas: Claudia Hernández (Chile).

3 de novembro

11:00 - 14:00
A estratégia e táticas globais dos socialistas no contexto da sociedade capitalista global contemporânea
. Com Radhika Desai (Grupo Manifesto e Universidade de Manitoba, Canadá); Cliff Durand (Centro para Justiça Global); Sergio Hernández (UNAM, México); Alexandr Buzgalin (Universidade Estadual de Moscou, Rússia). Moderador: Marco Augousto Gómez Solorzano (Estudos do Trabalho, Universidade Autônoma Metropolitana, México).

4 de novembro

11:00 - 14:00
Eixo 3/6. Quadro 5. “Conceptualização e debates em torno da economia do trabalhador e da autogestão”.
Andrés Ruggeri (Programa de Extensão Universitária Aberta, Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Buenos Aires, Argentina); Benoit Borrits (Association Pour L´Autogestion); Edgar Belmont (México); Derrick Naidoo (The Community Healing, África do Sul); Gabriel Gualhanone Nemirovsky (Núcleo de Epistemologias e Economia Política do Comum, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Brasil). Moderadora: Celia Pacheco (Estudos do Trabalho, Universidade Autônoma Metropolitana, México).

5 de novembro

11:00 - 14:00
Os recursos e ações necessárias na questão ambiental e na economia dos trabalhadores.
Henrique Novaes (Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista, Brasil); Layza Soares (Universidade Federal Fluminense, Brasil); Isidro Téllez Ramírez (pós-graduação em geografia, UNAM, México); Favio Castro, Ivan Lucon (UNICAMP, Brasil); David Barkin (Departamento de Produção Econômica, UAM, México). Coordenadas: Yolanda García Beltrán (Mestre em Sociedades Sustentáveis, UAM, México).

8 de novembro

11:00 - 14:00
Respostas à insegurança no trabalho.
Com Jaime Fernando González e Luis Castillo Farjat (pós-graduação em Ciências da Sustentabilidade, UNAM, México); Antonio Lozano (Solidaridad Obrera, Espanha); Alfonso Morales Pelunfinder e Miguel Burgos (União Mexicana de Mensageiros de Bicicleta pelo Aplicativo SIRAPPS, México); Oscar Bogao (Federação das Cooperativas Unidas, Confederação Nacional das Cooperativas de Trabalho - Santa Fé, Argentina); Cristian Miño (Confederação Nacional das Cooperativas de Trabalho - Santa Fé, Argentina). Coordenadas: Manolo Robles (Cooperativa de Trabajo La Masa, Rosario, Argentina)

9 de novembro

11:00 - 13:00
A participação de mulheres de diferentes processos e contextos que a nível organizacional e individual se encontram na construção de novos imaginários e paradigmas e na necessidade de adaptação das cooperativas.
Grécia Lorena Valencia Arcos, María José Sánchez de Loera, Ingrid Aneth Gómez Ramírez, Jéssica Mariana Carrillo Macías, Carlos Andrés Barba Noriega e Alessandro Grassi (Universidade Autônoma de Aguascalientes, México); Serge Le Queau (Coop Des Masques, França) Coordenador: Blanca Estela Melgarito (Our American Legal Science Network).
17:00 - 20:00
Articulação de políticas públicas para o setor da economia social, popular e autogestionária. Experiências comparativas para a criação de empregos.
Mauricio Sardá de Faría (INCUBES - Incbadora de Empreendedorismo Solidário, Brasi); Rocío Mejía Flores (Telecomm, México); Abelardo Cuellar (Secretário do Trabalho do Estado de Puebla); Francisco Saucedo (CIESS - Universidad Iberoamericana, México); José Abelli (Ministério de Desenvolvimento Produtivo, Argentina); Teresa Morales (Bolívia). Moderador: Ismael Osuna (Programa Tandas para el Bienestar, México)  

10 de novembro

11:00 - 14:00
Insegurança no trabalho. Crise nas perspectivas para os jovens e novas tecnologias.
Wilmar Restrepo (Cooperatva de Trabajo Central en Movimiento, Argentina), Miguel Maximiliano (Bici Taxis Mosquitos, México); JaimeFernando González (Cooperativa Autônoma de Transporte, México); Fathi Bouarou (L’Apres M ’, Marselha, França); María José Sánchez (Venus Showroom, Aguascalientes, México). Moderador: Carlos Garcío (UAM-X, México).

11 de novembro

11:00 - 14:00
Insegurança no trabalho e novas tecnologias.
Yesenia Sánchez (MEASC, UAQ, México); Natalia Acosta e Andrea Ramírez (Universidade Nacional Arturo Jauretche, Argentina); Carolina Peláez (Estudos Trabalhistas, Universidade Autônoma Metropolitana, México); Débora Fernández (Contact Center - Teletrabalho Solidário ao Trabalhador, Espanha); Patrick Le Theron (Union Sindical Solidaires, França). Moderador: Carlos León (Universidade Autônoma de Querétaro, México).

12 de novembro

11:00 - 14:00
Como as cooperativas ameaçadas resistem.
Com Leobardo Vega Tellez (Cooperativa Cruz Azul, México); Gigi Malabarba (Rimaflow Fabrica Autogestita, Itália); Francisco Martínez (Cooperativa Textiles Pigüé, Argentina); Sege Le Quéau (La Coop Des Masques, França); Ma. Paula Hernández Ángeles (Cooperativa Habitacional de Palo Alto, México). Moderado por: Andres Ruggeri (Programa Faculdade Aberta, Argentina) e Víctor Manuel Valdez Romero (Comissão de Economia Social e Solidária da Cooperativa LF Del Centro, México)
16:00 - 19:00
Os limites legais às iniciativas dos trabalhadores para sua autogestão econômica.
Elizabet López Canelas (Territórios Coletivos em Resistencia, Bolívia); Antonio Mendoza (Universidade Autônoma Metropolitana de Iztapalapa, México); Juan Pablo Aruebe Fonseca (Cooperativa Jurídica, Federação das Cooperativas TRASOL, Chile); Alexandre Mandl (Fábricas Recuperadas em São Paulo, Brasil). Coordenadas: Daniel Sandoval (Universidade Autônoma Metropolitana de Cuaimalpa, ANEICI, México).

13 de novembro

10:300 -
Plenária de encerramento.
Balanço da situação da classe trabalhadora e o Encontro Internacional. Propostas para o futuro
Sep 25 2019 - Sep 29 2019

VII Encuentro 2019

Escuela Nacional Florestan Fernandes (ENFF)
Jul 22 2016 - Jul 26 2016

V Encuentro 2015

Punto Fijo, Paraguaná, Estado Falcón, Venezuela
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